No
mercado de trabalho,
existem empresas
com diversos tipos
de gestão
e, entre eles, o
mais agressivo é
o focado em resultados.
Nesse modelo, o
ambiente de trabalho
é mais competitivo
e, por isso, nem
todos os profissionais
têm o perfil
para trabalhar em
empresas assim.
Segundo
o consultor de
carreira da Thomas
Case & Associados,
Eduardo Bahi,
no modelo de gestão
mais agressivo
e competidor,
o profissional
deve ser muito
comprometido com
o trabalho.
“Comprometido
significa não
ter hora para
iniciar nem para
terminar o trabalho.
O expediente é
definido pelo
escopo de trabalho
e não pelo
horário
do almoço,
jantar ou café
da manhã
rotineiros",
explica Bahi,
para quem um profissional
comprometido é
aquele que tem
uma ideia dormindo,
acorda e começa
a colocá-la
no papel.
Ele
acrescenta ainda
que ser comprometido
é estar
à disposição
da empresa ou
do cliente domingo
à tarde,
por exemplo. “Comprometimento,
para se ter sucesso
em um ambiente
competitivo, é
saber estar com
a família
e trabalhar simultaneamente,
sem perder os
dois focos”,
declara.
Perfil
desejado
Segundo
Bahi, no modelo
de gestão
mais agressivo,
o profissional
deve ser objetivo,
decisivo, pró-ativo,
dinâmico
e ambicioso. Além
dessas características,
a pessoa deve
ter noção
de urgência.
“Enxergar
o negócio
como um todo,
mas na direção
do cliente, sempre
entendendo que
seus resultados
devem estar também
na direção
da missão
e dos valores
da empresa”,
disse.
Por
isso, as empresas
buscam pessoas
que tenham espírito
de equipe, sejam
dinâmicas,
com iniciativa,
comunicativas
e eficazes.
O
especialista explica
ainda que empresas
competitivas necessitam
de profissionais
que não
estão sujeitos
somente às
metas estabelecidas
por elas, mas
sujeitos às
suas próprias
metas. São
profissionais
que definem seu
próprio
ritmo e metas
individuais, superando-se
a cada momento
e sendo cobrados
por si mesmos.
Líder
no ambiente competitivo
Nesse
modelo de gestão,
Bahi afirma que
o líder
deve indicar a
direção
para atingir as
metas, ser severo
quando necessário,
porém,
flexível
para se adaptar
às mudanças
rápidas.
É
necessário
também
cobrar resultados
sem acabar por
"massacrar"
a sua equipe,
ser um grande
facilitador e
estar atento a
cada pessoa do
seu time, entendendo
o que faz cada
uma se motivar.