SÃO
PAULO – A
Copa do Mundo e
as Olimpíadas,
que acontecerão
no Brasil em 2014
e 2016, irão
aumentar a demanda
por profissionais
de diversas áreas.
Segundo o ministro
do Esporte, Orlando
Silva, somente para
a Copa, o País
irá gerar
330 mil empregos
diretos e 400 mil
temporários.
"Para
se fazer uma analogia,
será gerado
o equivalente
a 11 vezes o número
de postos de trabalho
da Vale do Rio
Doce", afirmou
o ministro.
Entre
os profissionais
que serão
buscadas, estão
os de Educação
Física.
“Esses eventos
têm um impacto
muito positivo
sobre o mercado
de trabalho e
os salários
dos profissionais
de Educação
Física”,
declara o coordenador
do curso da Uninove
(Universidade
Nove de Julho),
Edivaldo Góis.
Góis
explica ainda
que não
sabe o número
exato de profissionais
que serão
demandados, pois
depende da política
governamental
que será
adotada nos próximos
anos. Mesmo assim,
ele acredita que
será uma
quantia expressiva.
Formação
de profissionais
Na Copa do Mundo
de 2006 na Alemanha,
cerca de 70 mil
pessoas trabalharam
no comitê
organizador. Na
próxima
Copa de 2010,
na África
do Sul, espera-se
a criação
de mais de 100
mil postos diretos
e indiretos, em
nove sedes de
jogos. Levando-se
em conta que no
Brasil serão
12 locais para
as partidas, estima-se
um número
de vagas ainda
maior.
"Amadorismo
não terá
espaço
em um projeto
tão ambicioso
como esse. Teremos
de investir em
infraestrurutra
para o desenvolvimento
de esportes individuais
e na formação
de profissionais
competentes, a
fim de detectar
talentos e realizar
os treinamentos
adequadamente",
saliente Góis.
Busca
pela saúde
Além desses
eventos esportivos,
o aumento da expectativa
de vida dos brasileiros
e a busca pela
saúde e
envelhecimento
saudável
aumentam a demanda
pelos profissionais
de Educação
Física,
principalmente
por personal trainers
e professores
de academias e
clubes.
Góis
acrescenta a esses
fatores a campanha
desenvolvida pela
mídia que
ressalta a importância
do exercício
físico
para a saúde.